coletivo
o delivery que é de quem trabalha nele

O app fica com a maior parte. E não cozinhou nem entregou.

O coletivo tira o intermediário caro do meio. O restaurante ganha mais. O entregador ganha mais. Você paga menos. Sem dono cobrando pedágio.

o pedágio, em números

Veja quanto o app tira de cada pedido.

23–30%

de cada real do restaurante fica com o app. Com anúncio, passa de 31%.

8 em 10

entregas, o que você paga não cobre nem o entregador.

85%

dos restaurantes do Brasil são pequenos e independentes.

~9 em 10

pedidos do país passam por um app só.

Agora os apps brigam entre si baixando a taxa.

Uns cobram 0% por dois anos. Ou seja: a taxa alta nunca foi necessária. Mas taxa zero de investidor é isca — depois sobe. Trocar de dono não resolve.

O coletivo não é um dono mais barato. É não ter dono.

O restaurante fica com o que é dele. O entregador ganha o justo. Você paga menos. Simples: é só tirar o intermediário caro do meio.

Como funciona é simples. E é simples de propósito.

01

O restaurante entra sozinho

Cria a conta, monta o cardápio, começa a vender. Sem fila e sem contrato.

02

Cada pedido é transparente

Mostra quanto foi pra cozinha, quanto pro entregador e quanto pra manter o app. Nada escondido.

03

O entregador vê antes de aceitar

Sabe quanto ganha na corrida antes de dizer sim. Sem corte surpresa.

04

Os pontos viram desconto

O que você junta pedindo hoje vira desconto amanhã. O valor fica com a gente.

as portas da mesa

Uma mesa, três lugares. Escolhe o seu.

E não para na comida.

Hoje é delivery. Amanhã é onde você dorme quando viaja. Depois, a casa onde você mora. Todo mercado grande cobra pedágio demais.

A ideia é sempre a mesma — quem trabalha fica com o que é seu.

Não é promessa. Já tem sando saindo quentinho.

Em Botafogo, hoje: pedido, pago e entregue no coletivo. Começou pequeno, mas começou de verdade.

Se você cozinha, pedala, ou só tem fome —
a mesa é sua também.

divide a mesa.