O coletivo tira o intermediário caro do meio. O restaurante ganha mais. O entregador ganha mais. Você paga menos. Sem dono cobrando pedágio.
Veja quanto o app tira de cada pedido.
de cada real do restaurante fica com o app. Com anúncio, passa de 31%.
entregas, o que você paga não cobre nem o entregador.
dos restaurantes do Brasil são pequenos e independentes.
pedidos do país passam por um app só.
Agora os apps brigam entre si baixando a taxa.
Uns cobram 0% por dois anos. Ou seja: a taxa alta nunca foi necessária. Mas taxa zero de investidor é isca — depois sobe. Trocar de dono não resolve.
O coletivo não é um dono mais barato. É não ter dono.
O restaurante fica com o que é dele. O entregador ganha o justo. Você paga menos. Simples: é só tirar o intermediário caro do meio.
Cria a conta, monta o cardápio, começa a vender. Sem fila e sem contrato.
Mostra quanto foi pra cozinha, quanto pro entregador e quanto pra manter o app. Nada escondido.
Sabe quanto ganha na corrida antes de dizer sim. Sem corte surpresa.
O que você junta pedindo hoje vira desconto amanhã. O valor fica com a gente.
Uma mesa, três lugares. Escolhe o seu.
O Rio Sandô — katsu sando japonês, feito à mão em Botafogo. O primeiro restaurante da mesa.
● no arSeu restaurante no coletivo, com uma fatia justa. Cadastro sozinho, sem pedágio de monopólio.
Corridas com pagamento transparente e uma tarifa que respeita quem pedala. Você vê antes de aceitar.
E não para na comida.
Hoje é delivery. Amanhã é onde você dorme quando viaja. Depois, a casa onde você mora. Todo mercado grande cobra pedágio demais.
A ideia é sempre a mesma — quem trabalha fica com o que é seu.
Não é promessa. Já tem sando saindo quentinho.
Em Botafogo, hoje: pedido, pago e entregue no coletivo. Começou pequeno, mas começou de verdade.
Se você cozinha, pedala, ou só tem fome —
a mesa é sua também.